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Temos novas
perspectivas de câmaras muito realistas: zoom in e
zoom out na cara de um jogador que vai ralizar
alguma jogada decisiva, um plano americano de meio
corpo, que tentam imitar a visão transmitida pelas
câmeras nos ombros dos jornalistas. A incorporação
destas novas vistas resultou em animações faciais
muito mais elaboradas, assim como uma modelagem
muito superior.
Percebemos também
melhoras na iluminação e nos fx. Vemos, por exemplo,
que durante a noite os focos projetam as sinuosas
silhuetas da torcida sobre o campo. A EA também
afirma que os cantos das torcidas aumentaram até a
cifra de 700.
Mas... e a
jogabilidade?
First Touch e Real
Touch tentam acabar com a maldição do Fifa, o
terrível efeito de "patinagem" sobre o campo, que
faz com que os jogadores se movam, às vezes, como
patinadores. Agora nós controlamos o jogador e a
bola em uníssono quanto estamos com ela.
Algumas jogadas
foram capturadas de seus homônimos reais. Os gols de
Ronaldo, os dribles de Zidane, a flexibilidade de
Ronaldinho Gaúcho... Quando entramos de forma
violenta em um adversário, a física do impacto
ganhará em realismo e será menos exagerada que em
outras versões.
Parece que a IA se
apresenta no catálogo de melhoras do novo FIFA. Ao
jogar, observamos que os jogadores buscam com a
cabeça um companheiro bem situado para passar a
bola, e então os demais procuram achar um espaço
visível para ele.
Resumindo as
novidades de FIFA 2005, vemos quão promissor está
este título. Mais de 350 equipes oficiais (incluindo
20 ligas e 40 seleções), 12 mil jogadores
licenciados, Modo Profissional melhorado, novos
estádios e animações redesenhadas. É. O duelo entre
FIFA 2005 e Pro Evolution Soccer 4, prevê-se, será
brutal.
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